Havia, antigamente, esse cântico: “Oh, querida, oh querida, oh querida Clementina”. Parece até que o Pica-Pau já o gravou em um de seus desenhos. Tinha algo a ver com cantar sobre um cavalo, despreocupada e apaixonadamente, com uma viola na mão. Nunca soube o exato significado, menos ainda quem era a tal Clementina (do inglês Clementine), que, aqui para nós, acabou restando só a grande Clementina de Jesus.
Pois, eis que agora me vejo diante de mais um clássico de John Ford, sempre com seu Monument Valley ao fundo, cujo título é esse, senão outro, “Dear Clementine” (1946) — e a música de abertura é exatamente essa. Continuo, claro, sem saber quem é a Clementina e por que, vem ano, vai ano, a turma entoa seu nome mundo a fora.
Pouco importa, sei que um Google rápido resolveria isso, mas o prazer, muitas vezes, é simplesmente não saber.